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A importância do adubo na
implantação e manutenção de jardins |
| Daniel Rocha - daniel@tirolplantas.com.br |
O solo não é apenas um depósito de substâncias alimentícias e, portanto, indispensável ponto de fixação para as plantas. Ele funciona quase como um organismo vivo, tendo seu metabolismo representado pelas reações químicas e as células e enzimas representadas pela microbiota do solo. Este laboratório (o solo), no qual se preparam substâncias destinadas às plantas, pode ser controlado pela utilização de adubos e tratos culturais, a fim de melhorar as condições de vida e crescimento do que foi plantado.
A prática da adubação torna-se ainda mais importante e indispensável na medida em que jardins e projetos paisagísticos são implantados em locais onde o solo e sua qualidade agronômica nem sempre são as mais favoráveis.
Basicamente, existem duas etapas no plano de adubação de jardins. A primeira tem início com a “adubação de implantação”, que consiste em suprir nutrientes de grande necessidade ao desenvolvimento inicial das mudas e, no entanto, não possuem mobilidade no solo.
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Nesta fase, geralmente, são aplicados fósforo
e zinco na cova e nitrogênio e potássio ao redor
da muda, em forma de coroa. Após o jardim estabelecido,
tem início a segunda etapa do plano de adubação,
na qual a principal preocupação é a
de se suprir nutrientes de maior mobilidade no solo e de
maior demanda quantitativa, como o nitrogênio, o potássio
e o boro. Esta segunda fase permanece durante toda a “vida” do
jardim, sendo realizadas aplicações trimestrais,
que serão responsáveis pela manutenção
e beleza das plantas. |
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Descrição: Arbusto
semi-lenhoso, ramificado, ereto, de folhagem ornamental,
de 2 a 3 metros de altura. Folhas coriáceas, verde-escuras, onduladas, laminares, formando uma roseta persistente.
Ocorre a forma variegata de folhas com duas faixas amareladas com centro verde. Deve ser mantida a meia-sombra.
Inflorescências terminais, com flores pequenas, brancas de importância secundária.
Origem: Madagascar, Índia e Ilha Maurício
Clima: Planta tipicamente tropical, não tolera baixas temperaturas
de inverno.
Cultivo: Cultivada em vasos, como planta isolada ou em grupos,
a meia-sombra ou a pleno sol, em terra fértil, irrigada a intervalos.
Multiplicação: Multiplica-se facilmente por estacas, preferencialmente as do ponteiro.
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