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A Árvore Certa!
Texto: Raquel Patro
São indiscutíveis os benefícios que as árvores proporcionam para a qualidade de vida na cidade. Além de embelezar o ambiente elas tem papel fundamental reduzindo diversos tipos de poluição, tais como poluição do ar, da água, do solo, visual e sonora. Elas absorvem o gás carbônico gerado por pessoas, fábricas, lixo, automóveis, etc e nos devolvem o oxigênio, tão essencial à vida.
Suas copas densas funcionam como barreiras contra ruídos, ventos, água e luz, e servem de refúgio em dias de sol escaldante ou chuvosos.
Elas ainda oferecem abrigo e alimento às aves, que são importantes aliadas no controle de insetos vetores de doenças nas cidades. Uma cidade bem arborizada tem um clima melhor de se viver, é mais agradável, aprazível e saudável de várias formas.
No entanto, apesar de todas estas qualidades, as árvores são deixadas em segundo plano, com a desculpa de que irão destruir calçadas, calhas, muros, encanamentos, fiações elétricas ou então provocarão sujeira nas ruas e até mesmo acidentes com a queda dos frutos e galhos. Em geral os problemas relacionados com árvores e seus “pontos negativos” estão intimamente ligados ao mau manejo, escolha de espécies inadequadas e plantio em locais impróprios. Algumas dicas para fazer a escolha certa:
- Dar preferência às árvores nativas: São elas que oferecem melhor equilíbrio ecológico e abrigo à fauna. Em geral são muito bem adaptadas ao clima e às condições da região e terão crescimento vigoroso.
- Resistência às doenças, pragas e poluição: É oneroso e inadequado o plantio de árvores que necessitem pulverizações periódicas com defensivos.
- Comportamento de raízes e porte. Embora estejam relacionados, nem sempre árvores de pequeno porte têm raízes adequadas. Raízes agressivas que levantam o pavimento depois de um tempo e árvores de grande porte devem ser evitadas em calçadas, sob fiações e próximo às construções, mas vão muito bem em espaços públicos amplos, como parques.
- Dar preferência às árvores rústicas, de rápido crescimento ou mudas já bem desenvolvidas, pois nas ruas elas estão sujeitas a vandalismos e predações.
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- Evitar árvores frutíferas, principalmente as exóticas e as de frutos grandes, que podem provocar acidentes na queda e sujar as vias urbanas.
- Evitar árvores exóticas de potencial invasivo, com facilidade de propagação por sementes.
- Dar preferência as árvores de madeira resistente, evitando assim queda de galhos e troncos durante temporais ou em decorrência de cupins e apodrecimentos.
- Árvores perenes são preferíveis em cidades de clima quente, já árvores caducas no inverno são interessantes em cidades de clima frio, pois permitem a passagem da luz solar.
- A copa das árvores escolhidas deve ser adequada ao local do plantio, em formato e tamanho evitando-se assim que esconda a sinalização, danifique automóveis, edifícios e pessoas, interfira na fiação elétrica e de telefone.
- Evitar árvores de folhas e frutos tóxicos, principalmente em pracinhas, playgrounds ou passeios onde circulem crianças.
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Sombra não é sinônimo de escuro. Quando se fala em jardim à sombra, está se falando em um local onde o sol não incide diretamente, ou onde só bate umas poucas horas por dia. Não em um local escuro. Assim, deve-se procurar ao máximo preservar a luminosidade natural.
Às vezes, basta desbastar um pouco uma árvore de copa muito densa, ou uma trepadeira, para se conseguir o dobro de luminosidade. Pintar as paredes próximas em tons claros também pode ser uma solução. Enfim, o importante é você observar o seu jardim em particular, e procurar imaginar os recursos possíveis para dar a ele um pouco mais de luminosidade natural.
Algumas espécies que podem ser utilizadas á sombra e meia sombra:
- Palmeira Raphis
- Ciclanthus 
- Espatifilo 
- Zamioculcas
- Pleomele
Verde 
- Palmeira
Chamaedoria |
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- Palmeira de
Petrópolis 
- Alpínea Vermelha
- Helicônias
- Antúrio
- Nandina
-Marantas |
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| Promoção do mês |
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Nome científico:
Rhapis excelsa
Nome popular:
Palmeira-rápis
Origem:
Sul da China
Informações botânicas:
Palmeira entouceirada, ereta, de 2 a 4 metros de altura, com vários troncos finos, revestidos de fibra espessa. Folhas coriáceas, palmadas, lembrando um leque.
Uso no Paisagismo:
É cultivada em vasos destinados a interiores iluminados, touceiras isoladas ou formando grupos, a pleno sol ou meia-sombra, com terra fertlizada. Não tolera geadas. |
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TERRACOTTEM é um condicionador de solo desenvolvido para possibilitar o plantio de espécies vegetais em regiões pobres em recursos hídricos.
Os principais componentes deste condicionador são:
1 - Hormônio de crescimento para planta e raízes.
2 - Fertilizantes orgânicos e de liberação controlada.
3 - Polímeros Hidroabsorventes
4 - Lava Vulcânica (Material portador) |
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